terça-feira, 25 de março de 2014

Desdenha

Enganos passados , lembranças a recordar
Do mundo que conquistei , você não consegui tomar
Levada pelas estrelas , seu perfume se tornou o meu
O mundo perdeu valia , as noites se tornaram breu

Elegante como champanhe , quente como conhaque
Olhos que frios me observam , um sorriso que em mim rebate
Espirito audacioso , infringe ao não sucumbir
Calada com seu desprezo , meu ar você faz sumir

 Perséfone ao lado de Ades , é a rainha a me matar
 Recebe o toque de um monstro , um castigo a me perfurar
Lagrimas de fênix as suas lhe fiz perder
Hoje retira as minhas , luto para não morrer


Filha da falsa esperança , desilusões a endureceram  
Eu lembro do seu doce beijo e como de fugiu correndo
Toque de pele macia, desdenha tem ao toca-la
Arte fina de brilho sombrio , a para aprecia-la

Sonho de olhos de mel , comeu a divina ambrosia 
Hoje após mudanças , seu coração palpita
Impossivel resistir , minha louca obsessão 
Desejo de possuir , mas que tua alma seu coração

Autora : Sueli Cristina Zubinha Maciel 

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